segunda-feira, 6 de abril de 2009

Projeto da Dengue

Projeto:
Nossa Escola contra o Mosquito da Dengue

JUSTIFICATIVA:

Devido ao grande número de pessoas contaminadas pelo vírus da Dengue no Estado do Rio de Janeiro e nesta cidade, apesar da grande campanha realizada pelos meios de comunicação e pelo trabalho dos agentes de saúde . Neste contexto, a nossa Escola resolveu abraçar e disseminar esta campanha por todo o bairro, com o fim de despertar a comunidade para o risco que correm ao não aderirem coletivamente na luta contra o mosquito AEDES AEGYPTI, causador da dengue
DISCIPLINAS ENVOLVIDAS:

Informática, artes, educação física , português, religião, ciências.

OBJETIVO:

Objetivo Geral:
Desenvolver hábitos de prevenção contra os focos de dengue na comunidade, Conscientizando a comunidade escolar e familiar de sua responsabilidade no combate e prevenção ao mosquito da Dengue.

Objetivos Específicos:

• Caracterizar o mosquito transmissor da doença Dengue
• Reconhecer os sintomas da doença
• Identificar e tratar os focos de dengue na comunidade
• Multiplicar as informações de identificação, sintomas, tratamento e manutenção preventiva de objetos, plantas e caixas d’água.

Problematização:

O que fazer para combater uma doença que parece tão simples, mas causa tanto mal? Aumento de casos de dengue na comunidade escolar

Desenvolvimento:
Durante o período de uma semana a Colégio Estadual Ary Parreiras estará mobilizada na campanha de combate ao mosquito Aedes Aegypti, utilizando toda sua força de trabalho no desenvolvimento de atividades voltadas para o esclarecimento de como ocorre e se prolifera esse mosquito. Os cuidados que devemos ter para não contrair a dengue, como tratar e evitar essa doença.

Estratégias:

Palestras;
Pesquisas de campo;
Entrevistas;
Confecção de cartazes;
Músicas;
Reportagens;
Dramatização.
Uma jogral com este tema. Repetir na caminhada, enquanto distribuí os panfletos:
Mosquitos: Somos mosquitos, queremos picar,em água limpa, iremos morar!!!
Extermínio: Somos valentes, vamos acabar,com todos os mosquitos, nenhum vai sobrar!!!
Recursos utilizados:
Textos informativos, jornais, revistas, vídeos, sucata, passeatas, paródias, dramatização, poesias e versos.
Recursos utilizados/ Softwares / mídias:
• TV
• Vídeo
• DVD- Vamos acabar com a dengue- PSF de Peixinhos
• Computador
• Impressora
• Câmera digital / celular com câmera integrada
• Folha de isopor
• Papéis variados (laminado, madeira, ofício, crepom)
• Lápis de cor
• Tinta guache
• Caixas de sucata
• Piloto grosso
• Cola
• Tesoura
• Editor de Texto – Microsoft Word
• Editor de Imagem – Paint
• Browser- Internet Explorer

Conclusão:

Todo trabalho realizado durante a campanha contra a dengue será apresentado e exposto na escola e no laboratório de informática , registrado através do programa através de slides, no power point, fotografias, cartazes,data show e relatórios finais.

CEAP CONTRA A DENGUE !!!!






















quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009































































CEAP continua na Mídia







Maracanãzinho lotado marca entrega de notebooks

Por Mônica MarzanoFotos: Cris Torres

O governador Sérgio Cabral e a secretária de Educação, Tereza Porto, promoveram na manhã desta terça-feira (17/02) um grande encontro de professores, pais e alunos. O evento celebrou o início do projeto “Geração Futuro”, que prevê a entrega de notebooks para os melhores colocados na Avaliação Externa. Também marcou a distribuição simbólica de laptops para docentes do 1º ao 5º ano do Ensino Fundamental e de microfones para as escolas.

– Fico feliz de ver diretores, professores e alunos de todas as regiões do estado aqui presentes, numa celebração de compromisso com algo fundamental para o crescimento de uma sociedade, que é a educação. Decidimos investir no professor, porque só assim se muda a educação, e decidimos premiar o mérito dos alunos mais aplicados entregando esses laptops – disse Cabral

Tereza Porto falou sobre o amplo programa de modernização que começou, logo ao assumir a gestão em fevereiro do ano passado. Através do “Educação para a Sociedade do Conhecimento”, todas escolas foram equipadas com laboratórios de informática e os professores que atuam do 6º ano do Ensino Fundamental ao 3º ano do Ensino Médio ganharam notebooks. Foram criados, ainda, dois portais, “Conexão Professor” e “Conexão Aluno”, para deixar os profissionais e os estudantes mais perto da Secretaria.

A orquestra Villa Lobos e as Crianças, criada há um ano, animou a festa. O grupo é formado por 49 meninos e meninas, entre 7 e 18 anos.


Nono Ano do CEAP


LAIRA ROMUALDO MADEIRA NOROESTE FLUMINENSE II LAJE DO MURIAE C.E. ARY PARREIRAS
LUIZ FRANCISCO GUIMARAES DUARTE FILHO NOROESTE FLUMINENSE II LAJE DO MURIAE C.E. ARY PARREIRAS


Terceiro Ano do CEAP

WESLEY DE ANDRADE CARDOSO PEREIRA C.E. ARY PARREIRAS




segunda-feira, 15 de dezembro de 2008

quarta-feira, 3 de dezembro de 2008

Escola une forças pela preservação do macaco Bugio









Escola une forças pela preservação do macaco Bugio
Por Karina Bottino
Ameaçados de extinção, macacos Bugio têm dado o ar da graça na área urbana de Laje do Muriaé, na Região Noroeste, despertando a curiosidade dos moradores. Atenta à falta de informação da comunidade sobre a espécie, a professora de Ciências do Colégio Estadual Ary Parreiras, Nandyara de Almeida Rezende, procurou orientação do IBAMA e lançou o projeto Preservando e Educando. Uma primeira expedição de alunos e professores ao Morro do Queró, área de Mata Atlântica, foi realizada dia no dia 21 de novembro. Acompanhados do biólogo Álvaro Fulgêncio, que é ex-aluno do colégio, os novos ecologistas puderam conhecer de perto os hábitos dos macaquinhos.

- No Interior, estamos acostumados a ver animais nos arredores da cidade. Não temos problema em conviver com as espécies, mas devemos saber qual postura adotar para preservá-las. Não podemos alimentá-los, nem mesmo com frutas. Eles são caçadores e devem buscar brotos, folhas e frutas por conta própria. E não há motivos para maus tratos. Podemos conviver pacificamente – defende a professora, que decidiu montar o projeto ao observar as constantes visitas de três macacos perto de casa.
O primeiro passo da educadora foi escrever uma carta ao IBAMA de Brasília pedindo que o órgão mandasse um comunicado explicando aos alunos como os bichinhos devem ser tratados. O documento foi escrito pela representante do IBAMA em Campos, Rosa Maria Castello Branco. Além de informações sobre a espécie, a carta contém orientações sobre a Lei 9605/98, que dispõe sobre crimes ambientais. Qualquer um pode denunciar maus tratos aos animais, fazendo um registro de ocorrência na delegacia.
Segundo a professora, na região, o macaco Bugio está ameaçado de extinção devido à devastação do meio ambiente e à caça – em algumas áreas, há a crença de que o uso do osso hióde como recipiente pode curar enfermidades (o osso fica sob a língua do animal). Outro fator que põe em risco a sobrevivência destes bichos é a tentativa de domesticação. Recentemente, um macaco foi morto por um cachorro ao se aproximar de uma casa para comer lavagem. O animal já havia sido alimentado pela família anteriormente.
- A Mata Atlântica é considerada um dos ecossistemas mais ameaçados do planeta. Conservá-la não é papel só do governo. A responsabilidade também é da sociedade, das empresas, do pequeno e do grande produtor rural, dos nossos alunos e, inclusive, dos municípios. Durante a expedição, sinalizamos a área com cartazes, esclarecendo que os macacos não pertencem aos moradores. Eles não devem ser recolhidos e domados. Essas informações estão sendo multiplicadas por nossos alunos em casa, entre familiares e amigos – conta Nandyara.

Outra medida do projeto foi estimular os alunos na produção de informativos sobre os cuidados com a espécie, que são veiculados diariamente na Rádio Escola (104,9 FM), de abrangência em toda a cidade. Os alunos têm se sentido agentes ecológicos.
- O passeio pela mata fez com que eu me sintonizasse com o meio ambiente, mudando o modo como eu via a natureza. Hoje me empenho em conscientizar minha família, amigos e vizinhos – garante Ilarina Netto Pereira, 17 anos e aluna do 2º ano do Ensino Médio

terça-feira, 2 de dezembro de 2008

Thaís de Sá Fravoline e Eliane




Memórias de quem não esteve por lá

Laje do Muriaé, que nome mais engraçado não acha?Este é o nome da minha cidade. Uma pequena e pacata cidade do interior. Com, com pessoas comuns, e histórias muitas vezes bizarras, eu diria. Apesar do que os meus poucos anos permitem, posso levar vocês a um passeio, direto do túnel do tempo...Laje... Ponto de encontro nos fins de semana, seja onde for: no Obelisco, na ponte, brincar de pique esconde, ser ter com o que se preocupar..Laje... Que guarda segredos dos casais apaixonados, segredo do escurinho do cinema, segredo que nem mesmo as velhas fofoqueiras seriam capazes de revelar.Amizades sinceras, cúmplices eu diria até> Para irem a festa tinham que fazer o que a mamãe queria, antes de ir deixava-se a casa brilhando, o bule cantando, fazia-se cara de “santa”, mimava-se a mamãe, que aos poucos se conformava que seu bebê ia crescendo e não tinha mais como um passarinho jovem segurar.Horários rígidos para chegar em casa, obediência e devoção, essa era uma relação que hoje em dia não existe mais.E quando se reuniam para contar aquelas historias? Quem não sabendo Bastos Seco, aquele velho diabo que foi morto, quantas vezes nem sei. O jogaram no rio, o velho boiou, tocaram fogo, o velho ressuscitou. O jeito foi enterra-lo na igreja, e nem o diabo pôde com tanta esperteza.A cachoeira se falassse... Diria: - Que saudade de quando os lajenses vinham para cá!Dias gostosos... Menos no domingo, que era dia de na casa da vovó a família se juntar.Ainda sinto pena do escravo que foi arrastado pelo seu senhor, a quem ele ousou desonrar. Hoje quando posso em frente ao seu altar, sinto o meu corpo arrepiar.“Morro do Arrastado”... Uma cruz, nesse lugar, hoje está. Velho coitado, sua rebeldia teve que pagar...Falando em rebeldia, chegamos a uma conclusão: não se fazem mais jovens como antigamente não, não se fazem mais heróis...Eles eram o que ouviam, tinham consciência do lugar em que viviam.Legião, Engenheiros, Titãs embalavam a multidão com perguntas e questionamentos nunca aceitavam um não, sem antes perguntar o porquê, sem antes ter uma explicação.As visitas na torre, não podiam faltar. Lá eles brincavam, mas hoje em dia é propriedade particular.Bolas de gude, queimada, corda, bonecas de milho, carrinhos de latão,hoje em dia esses brinquedos não existem mais não.A vida era tranqüila: sem ladrão com quem se preocupar, na varanda, de noite, a tranqüilidade de um calmo lugar.A pracinha era o lugar mais gostoso de visitar, voltas e mais voltas ao redor dela, coisa que nem mesmo o tempo pode apagar.O primeiro cigarro, a primeira bebida escondida, a adrenalina de quem uma regra não podia questionar, mas a rebeldia os levaram aquele ato impensado executar.Carnavais de belas fantasias, blocos e bastante folia, vinham o povo animar, já a Lira da Esperança vinha com belas canções, na madrugada, o povo acordar.Políticos menos espertos, menos corruptos talvez, nunca santos, mas mensalão naquela época não tinha vez.Lugar onde conhecia -se todos. Filha de fulano? Neta de ciclano? Conheço, sei, sei...Tempo em que os valores eram diferentes, você não era a roupa que vestia, e sim o som que ouvia, era os amigos com quem convivia.Duas escolas somente existiam nesse lugar, e além de tudo, uma delas era particular.E a cervejaria da cidade? Não me lembro, não sei, mas pelas histórias que me contam, a rebeldia lá também teve sua vez, com a Noite das Garrafadas quebraram todo o lugar, mais um ato de quem queria por seus direitos lutar.E quem nunca ouviu falar da “Cobra de duas cabeças”, que nos dias mais quentes engolia gente que na sua propriedade ia se instalar.A velha torre, essa sim tem histórias pra contar...Lugar de bêbados e mendigos amigos, bem vindos eu sei. A velha “Colombina” com roupas se embelezava sempre, humildade até para pedir esmolas: “- Me dá umas pratinhas pra linha comprar, tenho muitas roupas pra costurar”.Enchentes... Até que era divertido, as pessoas aproveitavam a piscina natural para se banhar, os churrascos, nessas ocasiões, nunca podiam faltar.Independente da classe ou cor, os jovens tinham uma cultura a honrar, pois a escola de música eles tinham que freqüentar, não por obrigação, mas por uma vontade que vinha do coração.O prefeito “Pé de Chinelo” mostrou que na prefeitura tinha o seu lugar, mostrou ao povo sua humildade, humildade de quem realmente soube governar.Fica até bem difícil com os dias de hoje comparar, as coisas se perdem quando os anos nas nossas costas vêm pesar.A nostalgia minha mãe sente quando as histórias vem me contar, de coisas tão maravilhosas que viveu e ouviu nesse lugar.

Thaís de Sá Fravoline
Brasília - O presidente Lula e o ministro da Educação, Fernando Haddad, participam de evento de premiação da Olimpíada de Língua Portuguesa Foto: José Cruz/ABr
Brasília - Evento de premiação da Olimpíada de Língua Portuguesa